quarta-feira, 18 de janeiro de 2017

domingo, 15 de janeiro de 2017

O ano velho e eu

A trilha de hoje me define de ínumeras maneiras!!!!


 
Quantic - Time is the Enemy 



2016 foi uma montanha russa pra mim em muitos aspectos. Entrei a virada de 2016 e o meu aniversário(somos quase vizinhos) muito doente. Em novembro do ano passado eu finalmente acordei para muitas coisas que não estavam legais, entre elas um sentimento crítico ferrenho sobre mim mesma. Eu me critiquei tanto! A energia que usei para isso poderia ter sido redirecionada para os meus objetivos.
 Essa falta de aceitação gerou 9 quilos ganhos, irritação, frustração, tirania, dietas loucas,hábitos nocivos e uma desconstrução de tudo que eu amava em mim. Entrei no piloto automático mesmo. 
No final de outubro do ano passado, depois de um tempo em oração e reflexão, eu pude ver que o problema não tinha sido em 2016 em si, mas em 2014. Olhando para trás, vejo que estava desenvolvendo anorexia nervosa e nem sabia. Dietas loucas, que demonizavam a maioria dos alimentos ganharam minha atenção.O que é uma dieta louca ou modinha? É uma dieta que te diz: 
- Você vai perder peso rápido( se ela te faz perder mais do que 2 quilos por semana, não é uma dieta saudável)
- Existem heróis e vilões nos alimentos 
- Nao tem credibilidade científica
- Alega trazer efeitos milagrosos para o corpo
- Cheia de restrições

A rápida eliminação de peso foi notória.6 meses depois estava orgulhosa de ter o mesmo peso de quando era adolescente.
Havia um problema: como nós sabemos, toda dieta louca é insustentável. Passei a odiar comida normal e estava contabilizando gramas de sódio e de carboidratos no lápis. Virei "patrulha dos alimentos", chatolina e obsessiva.

 Desenvolvi uma compulsão por exercícios e assim que chegava de um restaurante, malhava para "me purificar" daquela comida que "me fazia sentir" suja, nojenta e gordurosa. Meses depois eu comecei a sentir palpitações no coração, mesmo pesando  50 kg. Não tinha energia pra nada , vivia doente e fadigada. Meus músculos doíam e meu corpo ficava "morno" depois dos exercícios físicos. 

Por fora, "uma modelo". 
Por dentro, uma cova aberta. 

FONTE:GOOGLE
Em 2015 eu chutei o balde, fui para o outro extremo e gradativamente o peso voltou e também um ganho extra mesmo malhando 5 dias na semana.

Cansada de ambos extremos, reavaliei o que era para mim e o que não era. Passei a me perguntar o que era eu e o que tinha sido imposto a mim que aceitei de bom grado, não apenas em relação a minha aparência mas também em relação a todas as áreas da minha vida. Hoje eu quero saúde. Não só para o meu corpo. Eu quero um emocional, um mental, um financeiro saudável também. Hoje eu corro dos exageros e de toda forma de excesso, pois neles jazem sintomas de compensação. 

Hoje eu tenho medo quando ouço afirmações do tipo " nossa, só me sinto bem pesando X. Só me sinto bem magrinha mesmo" , pois sei como esse bem estar É ILUSÓRIO.Passei por isso. Falei as mesmas coisas. De que valeu  todo aquele esforço se por dentro eu estava uma bagunça? Se antes eu era controladora, depois  eu era uma pessoa controladora que estava mais magra. Entende o que quero dizer?

Há dois meses atrás iniciei um processo de auto-conhecimento. Pedi a Deus esse Natal e nesse aniversário que eu só queria uma coisa: ver-me como ele me vê e amar-me incondicionalmente como ele o faz. Só tenho uma vida e esse é o corpo que irei habitar até o dia que morrer. Está na hora de fazer as pazes. 

Hoje como o que gosto sem exageros. Não cortei nada, apenas diminuí as porções e escolhi o que era mais importante pra mim. Pratico exercícios e pasmem, o peso já está caindoMuitas coisas mudaram. Como é bom olhar para comida e não ter piripaque. Estabeleci metas mas estou flexível. Contanto que me sinta bem, é o que vale. Entrei em 2017 em uma sintonia muito legal comigo mesma.

Antigamente eu ficava triste quando alguém que não me via há muito tempo não comentava sobre a minha "mudança" física. Hoje, com muitas milhas ainda a percorrer, as pessoas dizem que estou bonita, a pele tá sadia e que estou radiante. Ahhhh  o poder da auto-aceitação!!!

Já não sinto mais vontade de elaborar nada. Tudo na minha vida simplificou. Até mesmo no processo de maquiagem optei por algo mais clean. Antigamente eu via a minha make, hoje eu vejo a mulher que sou. 

  
Desejo a todos os leitores muito sucesso esse ano , mas principalmente o sucesso de descobrir a dor e a delícia de ser você mesmo e se apaixonar no processo! 

Feliz 2017!

quinta-feira, 12 de janeiro de 2017

Episódio de hoje: Clark ... Quente!

Segue diálogo: 

G: Amor, você vai dormir de óculos?
M: Não, por que?
G: Porque você ainda tá usando.
M: Ah tá.

G dá uma olhada de com força pro marido

G: Amor, esses óculos novos estão lindíssimos!!!
M: Thank you!
G: Meu Clark Kent lindo e loiro!!
M: E gordo né?
G: Mateus, pára! 

(pausa)

M( com cara de filósofo): Rapaz mas aquele Henry Cavill, não sei não. Acho que é por isso que ele foi escalado pro papel do Super Homem. 
G: Como assim?
M: a beleza dele, Gisley, é ridícula!!! É demais!
G: Realmente, não é algo normal aquilo ali. 
M: Não é não! 

Moral da história: Fica constado aqui que não só eu, mas o gringolino tb acha que Henry Cavill não é de Deus. 



via GIPHY
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